quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Trabalhos
A pessoa daltônica não poderá, por exemplo, pilotar uma aeronave, ser maquinista, trabalhar com navegação marítima porque as cores são essenciais para estas profissões. Porém isso não chega a ser um problema na hora de conseguir emprego na maioria das profissões.E mais: Vincent van Gogh - ele mesmo, o pintor - era daltônico...
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Raridades
Em casos bem raros, a deficiência pode aparecer apenas na adolescência ou idade adulta, pelo uso de certas drogas, como cloroquina, álcool etílico e metílico, aplicação de laser argônio e até pelo uso de viagra, que dura alguns minutos ou então com grande freqüência vai piorando gradativamente
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
NO FUNDO DOS TEUS OLHOS -DALTONISMO-2° PERÍODO
O objetivo deste trabalho é conhecer, estudar e aprender mais sobre o daltonismo.
Introdução:
O trabalho “No Fundo de teus Olhos” vem para mostrar a estrutura do olho humano o que e daltonismo, como identificar uma pessoa daltônica entre outras curiosidades.
ESTRUTURA BÁSICA DOS OLHOS
O olho humano é, aproximadamente, uma esfera com diâmetro de cerca de 20 mm. O olho humano possui três membranas que o envolvem.
As principais partes do olho humano são:
A córnea: É à parte da frente do olho, onde vemos o branco do olho e a íris.
A córnea normal é transparente e esférica.
O cristalino: É uma lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A íris: É aquela parte circular que dá a cor do olho. A retina: É nela que se formam as imagens das coisas que vemos.
Partes do olho
Ênfase: Retina e células da retina (cones e bastonetes)
Dentro do globo ocular existe a retina, que contém as células fotorreceptor as. As informações dessas células saem do olho pelo disco óptico, onde o nervo óptico se une ao olho. Nesse local não há receptores, formando-se assim um ponto cego na retina.
As células receptoras são os cones e os bastonetes.
Os cones ocorrem principalmente na região central da retina (fórea) e seu estímulo depende de intensa luminosidade. Reconhecem cores (fotopsinas - é o pigmento sensível à luz - de três tipos: as que percebem o vermelho, as que percebem o verde e as que percebem o azul) e são células utilizadas quando há claridade (principalmente durante o dia).
Os bastones (ou bastonetes) existem em maior quantidade na periferia da retina e são estimulados com luz de baixa intensidade (principalmente durante a noite). Nos bastonetes o pigmento sensível à luz é a rodopsina.
Formação da imagem:
Os nevos ópticos transmitem as informações dos olhos para o cérebro, onde a imagem será processada. Os nervos ópticos de cada olho se encontram no quiasma óptico. As fibras da porção externa de cada olho dirigem-se para o lado oposto nos hemisférios cerebrais em que se encontra esse olho, ou seja, o olho direito manda informações ao hemisfério esquerdo do cérebro e vice-versa.
Quando olhamos para um objeto, o cristalino forma uma imagem real e invertida deste objeto, localizada exatamente sobre a retina. Embora a imagem formada na retina seja invertida, a mensagem levada ao cérebro passa por processos complicados, fazendo com que enxerguemos o objeto em sua posição correta.
DOENÇAS DOS OLHOS (principais e forma básica)
CATARATAàConstitui a opacificação da parte cristalina do olho. O tratamento só é dado por intervenção cirúrgica.
A catarata pode ser:
Þ Congênita: Ataca crianças no ventre materno;
Þ Traumática: Resultada de acidente;
Þ Adquirida: Causada por traumatismo, metabolismo ou por idade.
GLAUCOMA à Se dá pelo aumento da pressão intra-ocular, causando diminuição do humor aquoso: líquido existente entre a córnea e o cristalino.
Classificado em:
Þ Simples: Decorre de um distúrbio fisiológico do sistema de escoamento do humor aquoso;
Þ Agudo: Apresenta sintomas rápidos sem antecedentes glaucomatosos;
Þ Congênito: Fechamento do ângulo irido-corneano e pelo aumento do volume do globo ocular;
Þ Secundário: è decorrente de problemas patológicos.
DOENÇAS DA CÓRNEA
QUERATITE – Inflamação da Córnea;
CERATOCONE – Causa o enfraquecimento da córnea;
PTERÍGIO – Proliferação Fibrovascular da conjuntiva sobre a córnea;
LEUCOMA – Turvabilidade após trauma;
EDEMA – Acúmulo de líquido dentro da córnea.
HERANÇA LIGADA AO SEXO
O Daltonismo é uma anomalia causada por um gene recessivo ligado ao cromossomo X não tendo alelo com o cromossomo Y, que se dá à incapacidade de distinguir certas cores.
Um homem que carrega o alelo (XdY) ou uma mulher homozigota (XdXd) são daltônicos.
A mulher para ser daltônica é necessária o gene (d) estar em dose dupla, para o homem uma vez presente o (d) o daltonismo se manifesta. Isto se dá a % de ter mais homens com estas características, sendo cerca de 8% homens e 0,04% de mulheres daltônicas.
Filho de mulheres daltônicas será daltônico mesmo se pai for normal.
As filhas de uma mulher daltônica só serão daltônicas se o pai também for.
Homens daltônicos só transmitem o alelo defeituoso as suas filhas mulheres, pois aos filhos eles transmitem o cromossomo Y.
Mães portadoras do gene (Dd) e pais de visão normal há probabilidade de 50% dos filhos homens serem daltônicos e 50% das filhas mulheres serem portadoras do gene.
FATOR GENÉTICO DO DALTONISMO
Como o daltonismo é provocado por gene recessivo localizados no cromossomo X (sem alelos no Y), o problema ocorre muito mais freqüentemente nos homens que nas mulheres. Como não aparecem alelos no masculino basta D, já no feminino precisa ter dois genes recessivos dd.
Genótipo Fenótipo
XD-XD Mulher com visão normal
XD - Xd Mulher com visão normal
Xd - Xd Mulher daltônica
XD – Y Homem com visão normal
Xd – Y Homem daltônico
-Se a mãe não for daltônica nem portadora (DD) e o pai possuir visão normal (D), nenhum dos descendentes será daltônico nem portador.
-Se a mãe possuir visão normal (DD) e o pai for daltônico (d), nenhum dos descendentes será daltônico, porém as filhas serão portadoras do gene (Dd).
-Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai possuírem visão normal (D), há a probabilidade de 50% dos filhos serem daltônicos e 50% das filhas serem portadoras. -Se a mãe for daltônica (dd) e o pai possuir visão normal (D), todos os filhos serão do gene.
-Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai for daltônico (d), 50% dos filhos e das filhas serão daltônicos. -Se a mãe for daltônica (dd) e o pai também (d) 100% dos filhos e filhas também serão daltônicos.
Característica do Daltonismo
O daltonismo e uma característica ligada ao sexo razoavelmente freqüente e é caracterizado pela dificuldade em diferencia cores. O mais freqüente é a incapacidade para distinguir ou percebe o vermelho e o verde; com menos freqüência o azul e o amarelo. A maior parte dos daltônicos tem visão normal, no que se referem as demais características. Neste caso dizemos que tem visão acromática. As pessoas com visão acromática vêem o mundo em tons de branco, cinza, e preto.
Diagnostico
Não há cura para o daltonismo, mas existem lentes que incrementam o contraste entre as cores.
Tipos
Tipos de daltonismo:
Podemos considerar que existem três grupos de discromatopsias:
''Monocromacias'', ''Dicromacias'' e ''Tricromacias Anómalas''.
A ''Dicromacia'', que resulta da ausência de um tipo específico de cones, pode apresentar-se sob a forma de:
- '''Protanopia''' (em que há ausência na retina de cones "vermelhos" ou de "comprimento de onda longo", resultando na impossibilidade de discriminar cores no segmento verde-amarelo-vermelho do espectro). O seu ponto neutro encontra-se nos 492nm. Há igualmente menor sensibilidade à luz na parte do espectro acima do laranja.
-''Deuteranopia'' (em que há ausência de cones "verdes" ou de comprimento de onda intermédio, resultando, igualmente, na impossibilidade de discriminar cores no segmento verde-amarelo-vermelho do espectro). Trata-se uma das formas de daltonismo mais raras(cerca de 1% da população masculina), e corresponde àquela que afectou John Dalton (o diagnóstico foi confirmado em 1995, através do exame do [DNA]do seu globo ocular). O seu ponto neutro encontra-se nos 492nm.
- '''Tritanopia''' (em que há ausência de cones "azuis" ou de comprimento de onda curta, resultando na impossibilidade de ver cores na faixa azul-amarelo).
A '''Tricromacia anómala''' resulta de uma mutação no pigmento dos fotoreceptores dos cones retinianos, e manifesta-se em três anomalias distintas:
- ''Protanomalia'' presença de uma mutação do pigmento sensível às freqüências mais longas "cones vermelhos". Resulta numa menor sensibilidade ao vermelho e num escurecimento das cores perto das freqüências mais longas (que pode levar à confusão entre vermelho e preto). Atinge cerca de 1% da população masculina.
- ''Deuteranomalia'' presença de uma mutação do pigmento sensível às freqüências intermédias "cones verdes". Resulta numa maior dificuldade em discriminar o verde. É responsável por cerca de metade dos casos de daltonismo.
- ''Tritanomalia''presença de uma mutação do pigmento sensível às freqüências curta “cones azuis". Forma mais rara, que impossibilita a discriminação de cores na faixa do azul-amarelo. O gene afetado situa-se no cromossoma sete ao contrario das outras tricromacias anômalas, em que a mutação genética atinge o cromossomo X.
Um tipo raro de daltonismo é aquele em que há uma cegueira completa para as cores: o mundo é visto o preto e branco e em tons de cinza.
Tratamentos possíveis
Ainda não foi encontrado nenhum tipo de tratamento para esse distúrbio. Mas o daltônico pode viver de modo perfeitamente normal, desde que tenha conhecimento de suas limitações.
Curiosidades
Os daltônicos são incapazes de discernir as sete cores de um arco-íris
Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Cambridge demonstrou que algumas formas de daltonismo podem, na verdade, proporcionar uma visão mais aprimorada de algumas cores.
Durante a 2ª Guerra Mundial se descobriu que os soldados daltônicos tinham mais facilidade para detectar camuflagens ocultas na mata.
Os daltônicos possuem uma visão noturna superior a de uma pessoa com visão normal.
Eles também são capazes de identificar mais matizes de violeta que as pessoas de visão normal.
A maioria dos daltônicos não sabe que possui esta anomalia.
A percepção das cores varia muito de uma pessoa com daltonismo para outra.
O pintor Vincent Van Gogh sofria de daltonismo.
A incidência de daltonismo é maior entre os descendentes de europeus.
Os daltônicos vêem, em média, entre 500 a 800 cores.
Normalmente as cores prediletas de quem tem esta alteração genética são o azul ou roxo, por serem cores vivas.
Para os daltônicos o arco-íris não possui 7 cores.
Conclusão: Conclui-se com este trabalho que uma pessoa daltônica pode conviver normalmente na sociedade, e que daltonismo não é uma “peste” e sim uma doença com um fator genético definido. A pessoa portadora desse distúrbio tendo consciência pode viver normalmente na sociedade.
Bibliografia: Glossário/alfabeto, wikipédia,
http://educar.sc.usp.br/otica/instrume.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Daltonismo
http://www.labotatoriorigor.com.br/deficientes.html
Livro: Fundamento da Biologia Moderna/Autores: José Mariano Amabis,Gilberto Rodrigues Martho/Editora Moderna-2°Edição 1997
O objetivo deste trabalho é conhecer, estudar e aprender mais sobre o daltonismo.
Introdução:
O trabalho “No Fundo de teus Olhos” vem para mostrar a estrutura do olho humano o que e daltonismo, como identificar uma pessoa daltônica entre outras curiosidades.
ESTRUTURA BÁSICA DOS OLHOS
O olho humano é, aproximadamente, uma esfera com diâmetro de cerca de 20 mm. O olho humano possui três membranas que o envolvem.
As principais partes do olho humano são:
A córnea: É à parte da frente do olho, onde vemos o branco do olho e a íris.
A córnea normal é transparente e esférica.
O cristalino: É uma lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A íris: É aquela parte circular que dá a cor do olho. A retina: É nela que se formam as imagens das coisas que vemos.
Partes do olho
Ênfase: Retina e células da retina (cones e bastonetes)
Dentro do globo ocular existe a retina, que contém as células fotorreceptor as. As informações dessas células saem do olho pelo disco óptico, onde o nervo óptico se une ao olho. Nesse local não há receptores, formando-se assim um ponto cego na retina.
As células receptoras são os cones e os bastonetes.
Os cones ocorrem principalmente na região central da retina (fórea) e seu estímulo depende de intensa luminosidade. Reconhecem cores (fotopsinas - é o pigmento sensível à luz - de três tipos: as que percebem o vermelho, as que percebem o verde e as que percebem o azul) e são células utilizadas quando há claridade (principalmente durante o dia).
Os bastones (ou bastonetes) existem em maior quantidade na periferia da retina e são estimulados com luz de baixa intensidade (principalmente durante a noite). Nos bastonetes o pigmento sensível à luz é a rodopsina.
Formação da imagem:
Os nevos ópticos transmitem as informações dos olhos para o cérebro, onde a imagem será processada. Os nervos ópticos de cada olho se encontram no quiasma óptico. As fibras da porção externa de cada olho dirigem-se para o lado oposto nos hemisférios cerebrais em que se encontra esse olho, ou seja, o olho direito manda informações ao hemisfério esquerdo do cérebro e vice-versa.
Quando olhamos para um objeto, o cristalino forma uma imagem real e invertida deste objeto, localizada exatamente sobre a retina. Embora a imagem formada na retina seja invertida, a mensagem levada ao cérebro passa por processos complicados, fazendo com que enxerguemos o objeto em sua posição correta.
DOENÇAS DOS OLHOS (principais e forma básica)
CATARATAàConstitui a opacificação da parte cristalina do olho. O tratamento só é dado por intervenção cirúrgica.
A catarata pode ser:
Þ Congênita: Ataca crianças no ventre materno;
Þ Traumática: Resultada de acidente;
Þ Adquirida: Causada por traumatismo, metabolismo ou por idade.
GLAUCOMA à Se dá pelo aumento da pressão intra-ocular, causando diminuição do humor aquoso: líquido existente entre a córnea e o cristalino.
Classificado em:
Þ Simples: Decorre de um distúrbio fisiológico do sistema de escoamento do humor aquoso;
Þ Agudo: Apresenta sintomas rápidos sem antecedentes glaucomatosos;
Þ Congênito: Fechamento do ângulo irido-corneano e pelo aumento do volume do globo ocular;
Þ Secundário: è decorrente de problemas patológicos.
DOENÇAS DA CÓRNEA
QUERATITE – Inflamação da Córnea;
CERATOCONE – Causa o enfraquecimento da córnea;
PTERÍGIO – Proliferação Fibrovascular da conjuntiva sobre a córnea;
LEUCOMA – Turvabilidade após trauma;
EDEMA – Acúmulo de líquido dentro da córnea.
HERANÇA LIGADA AO SEXO
O Daltonismo é uma anomalia causada por um gene recessivo ligado ao cromossomo X não tendo alelo com o cromossomo Y, que se dá à incapacidade de distinguir certas cores.
Um homem que carrega o alelo (XdY) ou uma mulher homozigota (XdXd) são daltônicos.
A mulher para ser daltônica é necessária o gene (d) estar em dose dupla, para o homem uma vez presente o (d) o daltonismo se manifesta. Isto se dá a % de ter mais homens com estas características, sendo cerca de 8% homens e 0,04% de mulheres daltônicas.
Filho de mulheres daltônicas será daltônico mesmo se pai for normal.
As filhas de uma mulher daltônica só serão daltônicas se o pai também for.
Homens daltônicos só transmitem o alelo defeituoso as suas filhas mulheres, pois aos filhos eles transmitem o cromossomo Y.
Mães portadoras do gene (Dd) e pais de visão normal há probabilidade de 50% dos filhos homens serem daltônicos e 50% das filhas mulheres serem portadoras do gene.
FATOR GENÉTICO DO DALTONISMO
Como o daltonismo é provocado por gene recessivo localizados no cromossomo X (sem alelos no Y), o problema ocorre muito mais freqüentemente nos homens que nas mulheres. Como não aparecem alelos no masculino basta D, já no feminino precisa ter dois genes recessivos dd.
Genótipo Fenótipo
XD-XD Mulher com visão normal
XD - Xd Mulher com visão normal
Xd - Xd Mulher daltônica
XD – Y Homem com visão normal
Xd – Y Homem daltônico
-Se a mãe não for daltônica nem portadora (DD) e o pai possuir visão normal (D), nenhum dos descendentes será daltônico nem portador.
-Se a mãe possuir visão normal (DD) e o pai for daltônico (d), nenhum dos descendentes será daltônico, porém as filhas serão portadoras do gene (Dd).
-Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai possuírem visão normal (D), há a probabilidade de 50% dos filhos serem daltônicos e 50% das filhas serem portadoras. -Se a mãe for daltônica (dd) e o pai possuir visão normal (D), todos os filhos serão do gene.
-Se a mãe for portadora do gene (Dd) e o pai for daltônico (d), 50% dos filhos e das filhas serão daltônicos. -Se a mãe for daltônica (dd) e o pai também (d) 100% dos filhos e filhas também serão daltônicos.
Característica do Daltonismo
O daltonismo e uma característica ligada ao sexo razoavelmente freqüente e é caracterizado pela dificuldade em diferencia cores. O mais freqüente é a incapacidade para distinguir ou percebe o vermelho e o verde; com menos freqüência o azul e o amarelo. A maior parte dos daltônicos tem visão normal, no que se referem as demais características. Neste caso dizemos que tem visão acromática. As pessoas com visão acromática vêem o mundo em tons de branco, cinza, e preto.
Diagnostico
Não há cura para o daltonismo, mas existem lentes que incrementam o contraste entre as cores.
Tipos
Tipos de daltonismo:
Podemos considerar que existem três grupos de discromatopsias:
''Monocromacias'', ''Dicromacias'' e ''Tricromacias Anómalas''.
A ''Dicromacia'', que resulta da ausência de um tipo específico de cones, pode apresentar-se sob a forma de:
- '''Protanopia''' (em que há ausência na retina de cones "vermelhos" ou de "comprimento de onda longo", resultando na impossibilidade de discriminar cores no segmento verde-amarelo-vermelho do espectro). O seu ponto neutro encontra-se nos 492nm. Há igualmente menor sensibilidade à luz na parte do espectro acima do laranja.
-''Deuteranopia'' (em que há ausência de cones "verdes" ou de comprimento de onda intermédio, resultando, igualmente, na impossibilidade de discriminar cores no segmento verde-amarelo-vermelho do espectro). Trata-se uma das formas de daltonismo mais raras(cerca de 1% da população masculina), e corresponde àquela que afectou John Dalton (o diagnóstico foi confirmado em 1995, através do exame do [DNA]do seu globo ocular). O seu ponto neutro encontra-se nos 492nm.
- '''Tritanopia''' (em que há ausência de cones "azuis" ou de comprimento de onda curta, resultando na impossibilidade de ver cores na faixa azul-amarelo).
A '''Tricromacia anómala''' resulta de uma mutação no pigmento dos fotoreceptores dos cones retinianos, e manifesta-se em três anomalias distintas:
- ''Protanomalia'' presença de uma mutação do pigmento sensível às freqüências mais longas "cones vermelhos". Resulta numa menor sensibilidade ao vermelho e num escurecimento das cores perto das freqüências mais longas (que pode levar à confusão entre vermelho e preto). Atinge cerca de 1% da população masculina.
- ''Deuteranomalia'' presença de uma mutação do pigmento sensível às freqüências intermédias "cones verdes". Resulta numa maior dificuldade em discriminar o verde. É responsável por cerca de metade dos casos de daltonismo.
- ''Tritanomalia''presença de uma mutação do pigmento sensível às freqüências curta “cones azuis". Forma mais rara, que impossibilita a discriminação de cores na faixa do azul-amarelo. O gene afetado situa-se no cromossoma sete ao contrario das outras tricromacias anômalas, em que a mutação genética atinge o cromossomo X.
Um tipo raro de daltonismo é aquele em que há uma cegueira completa para as cores: o mundo é visto o preto e branco e em tons de cinza.
Tratamentos possíveis
Ainda não foi encontrado nenhum tipo de tratamento para esse distúrbio. Mas o daltônico pode viver de modo perfeitamente normal, desde que tenha conhecimento de suas limitações.
Curiosidades
Os daltônicos são incapazes de discernir as sete cores de um arco-íris
Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Cambridge demonstrou que algumas formas de daltonismo podem, na verdade, proporcionar uma visão mais aprimorada de algumas cores.
Durante a 2ª Guerra Mundial se descobriu que os soldados daltônicos tinham mais facilidade para detectar camuflagens ocultas na mata.
Os daltônicos possuem uma visão noturna superior a de uma pessoa com visão normal.
Eles também são capazes de identificar mais matizes de violeta que as pessoas de visão normal.
A maioria dos daltônicos não sabe que possui esta anomalia.
A percepção das cores varia muito de uma pessoa com daltonismo para outra.
O pintor Vincent Van Gogh sofria de daltonismo.
A incidência de daltonismo é maior entre os descendentes de europeus.
Os daltônicos vêem, em média, entre 500 a 800 cores.
Normalmente as cores prediletas de quem tem esta alteração genética são o azul ou roxo, por serem cores vivas.
Para os daltônicos o arco-íris não possui 7 cores.
Conclusão: Conclui-se com este trabalho que uma pessoa daltônica pode conviver normalmente na sociedade, e que daltonismo não é uma “peste” e sim uma doença com um fator genético definido. A pessoa portadora desse distúrbio tendo consciência pode viver normalmente na sociedade.
Bibliografia: Glossário/alfabeto, wikipédia,
http://educar.sc.usp.br/otica/instrume.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Daltonismo
http://www.labotatoriorigor.com.br/deficientes.html
Livro: Fundamento da Biologia Moderna/Autores: José Mariano Amabis,Gilberto Rodrigues Martho/Editora Moderna-2°Edição 1997
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